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< Questi testi (le rime di Michelangelo) fanno parte di una edizione Michelangelo Poemas Tradução de Nilson Moulin e Notas e org. Andrea Lombardi, Imago Editora, Rio de Janeiro, 1994.

Dovrete sceglierne uno, con note e traduzione, e fare un´analisi. Scegliere il tema fondamentale. Scegliere delle citazioni (sempre in italiano) e dei riferimenti

  

C´è ancora da discutere il testo di De Sanctis (sul Rinascimento).

Inoltre, c´è da leggere BENE  il testo della novella del Grasso, di Antonio Manetti, che è in fotocopia. In questo link c´è una versione del testo. Per favore, fate un piccolo riassunto (1-2 pagine)

http://www.classicitaliani.it/grasso_legnaiuolo/grasso_legnaiuolo1.htm

Buona lettura !!

Andrea

 Escrito aproximadamente entre 1509 e 1510, enquanto Michelangelo estava trabalhando no afresco da Capela Sistina (1508-1512). Perto do autógrafo consta um esboço, que mostra um homem nu, de pé, erguendo a cabeça para pintar no teto. Trata-se de um sonetto-caudato (cf. nº 71), ou seja, um soneto (composição de dois quartetos e dois tercetos) com um acréscimo tradicional de três versos (aqui dobrado), comum no século XVI.

  2 gatti, gatos: Alguns identificam nos gatos os camponenses lombardos, que   adoeceriam por causa da água sabidamente ruim que estavam acostumados a tomar.
  5 memoria: aqui com o significado de caixa craniana.
12 corteccia, couro: no original: “corteccia”, ou seja: cortiça.
14 arco sorïano, arco da Síria: uma forma de arco que cabia num semi-círculo.
19 Giovanni: trata-se provavelmente de Giovanni di Benedetto da Pistoia, literato e funcionário do governo do duque e chanceler da Academia florentina em 1540.
 
 I’ ho già fatto un gozzo in questo stento,
come fa l’acqua a’ gatti in Lombardia
o ver d’altro paese che si sia,
c’a forza ‘l ventre appicca sotto ‘l mento.
La barba al cielo, e la memoria sento
in sullo scrigno, e ‘l petto fo d’arpia,
e ‘l pennel sopra ‘l viso tuttavia
mel fa, gocciando, un ricco pavimento.
E’ lombi entrati mi son nella peccia,
e fo del cul per contrapeso groppa,
e’ passi senza gli occhi muovo invano.
Dinanzi mi s’allunga la corteccia,
e per piegarsi adietro si ragroppa,
e tendomi com’arco soriano.
Però fallace e strano
surge il iudizio che la mente porta,
ché mal si tra’ per cerbottana torta.
La mia pittura morta
difendi orma’, Giovanni, e ‘l mio onore,
non sendo in loco bon, né io pittore.
Já me fiz crescer um bucho nesta fadiga / como faz a  água aos gatos na Lombardia / ou qualquer outra terra por aí, / pela força com que o ventre preme sob meu queixo. / A barba ao céu, e a memória sinto dobrada sobre a espinha, e o peito / e o pincel acima do rosto contudo / desenha, gota a gota, um rico assoalho. / E as costas me entraram na pança / e faço do cu contrapeso da corcunda, e sem olhar, mexo os pés em vão. / Diante de mim se estira meu couro, / e para se dobrar atrás se enruga, / e me estendo como um arco da Síria. / Porém, falaz e estranho / surge o juízo que a mente traz, / que se sai mal com uma zarabatana torta. / Minha pintura morta / trata de defender, Giovanni, a minha honra, / não estando eu em bom lugar, nem como pintor.
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